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Reitoria da UFPE retomou as atividades após desocupação do local por manifestantes, nesta quinta-feira (8/10)

Fonte: Imprensa UFPE

09/10/2015



Na tarde desta quinta-feira (8/10), após a realização de vistoria pela Polícia Federal durante toda a manhã, a Reitoria da UFPE retomou suas atividades administrativas. O local havia sido ocupado por um grupo de manifestantes na última sexta-feira (2/10), que reivindicam a homologação, por parte do Conselho Universitário, da proposta do novo Estatuto que foi elaborado pela comunidade acadêmica, sem que haja nenhuma alteração por parte dos conselheiros.

No início da manhã, a Polícia Federal e a Polícia Militar executaram a ordem judicial de reintegração de posse do prédio, expedida na sexta-feira (2/10) pela Justiça Federal, retirando os ocupantes. Após a saída do grupo, peritos da PF fizeram uma vistoria minuciosa em todo o prédio. A UFPE aguarda o relatório da PF sobre a perícia no local. Havia muitas garrafas de água mineral e pacotes de alimentos espalhados no hall de entrada, onde o grupo se concentrou.

O vice-reitor da UFPE, Silvio Romero Marques, disse que os manifestantes que ocuparam a Reitoria apresentaram como pauta única de reivindicação a homologação do estatuto, que foi elaborado nos dois últimos anos. “Trata-se de um documento inovador. Contudo, os estudantes acham que ele deve ser aprovado em sua integridade, sem nenhuma modificação. Temos que conduzir isso ao Conselho Universitário, já que cabe a esta instância esta etapa de avaliação da proposta elaborada”, explicou o dirigente.

Ele destacou que, em momento algum, a administração se negou a negociar com os manifestantes. “O ponto primordial para eles é a questão da paridade. Sabemos que a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) determina que o Conselho seja composto por 70% de docentes, 15% de estudantes e 15% de técnicos administrativos. Temos que levar esse tema para discussão no Conselho”, afirmou.

Sobre a retirada dos manifestantes, o vice-reitor foi enfático: “A Polícia Federal interveio no momento ideal, oportuno. Fizemos várias rodadas de negociação para chegar a um entendimento, mas isso não ocorreu. Havia uma preocupação com a preservação do patrimônio da UFPE. Nós temos aqui novas estruturas que foram instaladas para a rede de internet da Universidade, todo o cabeamento da instituição. Qualquer dano seria um prejuízo enorme para a nossa universidade.”





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